
terça-feira, 22 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Ex-líder de skinheads muda de vida e passa dois anos em tratamento para remover tatuagens


De acordo com o Daily Mail, depois de casar em 2006, o casal (ela era membro da Aliança Nacional) começou a colocar o passado racista de lado. No entanto, o passado continuava muito vivo, em símbolos tatuados em todo o corpo: uma navalha encharcada de sangue, suásticas, as letras “ódio” estampada em seus dedos e vários outros símbolos.
Bryon disse que era impossível levar uma vida normal. As pessoas olhavam para ele e viam um bandido ameaçador, não um homem tentando recomeçar a vida.

Foi então que, de acordo com o Daily Mail, Bryon começou a investigar receitas caseiras, olhando ácidos dérmicos e outras soluções. “Eu estava totalmente preparado para apagar meu rosto com ácido”, disse ele.
Por uma ironia do destino, a vida do ex-skinhead começou a mudar com a ajuda de um ativista que luta pelo fim dos violentos grupos preconceituosos.
Daryle Jenkins dirige um grupo anti-skinheads chamado “Projeto Um Povo”, com sede em Filadélfia. Com 43 anos de idade, ele alerta as pessoas para se organizarem contra os nazistas.

Depois de conhecer Bryon, Jenkins se convenceu que ele realmente estava motivado a mudar de vida e iniciou uma busca por conseguir um profissional que fizesse com que as tatuagens do ex-skinhead sumissem.
Em 2008, depois de muita espera, uma pessoa, que preferiu manter-se anônima, resolveu custear todo o tratamento.
Em junho de 2009, Bryon iniciou a primeira sessão de laser. Ele contou que sua mente girava num misto de ansiedade e esperança. A enfermeira anestesiou seu rosto, colocou óculos de proteção e injetou um anestésico local. Segundo ele, nunca tinha sentido tanta dor na vida.

O próximo passo é entregar a vida a JESUS CRISTO, para garantir salvação
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Oração evita tragédia durante tentativa de assalto a lanchonete
Na última semana um suposto assaltante entrou em uma loja do McDonalds em Fort Worth, nos Estados Unidos, e tentou disparar uma arma contra os clientes e funcionários do local. Câmeras de segurança mostraram que ele puxa o gatilho por pelo menos cinco vezes, mas a arma não disparou.
Ao sair da lanchonete ele tentou disparar novamente, e a arma funcionou normalmente, mas ninguém ficou ferido. Voltando para dentro da loja ele tentou disparar novamente, e a arma travou de novo, voltando a funcionar quando ele caminhou para fora do restaurante novamente.
O suspeito, identificado como Jestin Anthony Joseph, foi preso instantes depois por um grupo de policiais, que ficaram perplexos com o acontecido. A mãe de Jestin afirma que a arma travou porque ela estava orando pelo filho, que ela acredita sofrer de um transtorno mental.
- Na noite passada, eu disse a Deus para cuidar do Jestin, e é isso que eu acredito que aconteceu – contou a mãe do rapaz, que não quis se identificar.
- A única coisa que posso dizer é que aquele não era meu filho. Ele não estava em seu juízo perfeito – completou.
De acordo com a polícia, havia cerca de 15 pessoas no local no momento do incidente. O suspeito fugiu e foi preso pouco tempo depois. O sargento Joe Loughman disse que não consegue explicar o porquê de a arma não ter disparado dentro do restaurante.
- Eu nunca vi nada como isso antes. (…). Parece que ele está puxando o gatilho, mas a arma não dispara – afirmou o sargento, sobre o vídeo gravado pelas câmeras de segurança do estabelecimento.
De acordo com o WND Faith, testemunhas relatam que o rapaz estava murmurando algo na hora que tentou efetuar os disparos. À polícia, Jestin afirmou que estava ouvindo vozes dentro de sua cabeça no momento do incidente.
Mesmo sem uma explicação para o aparente milagre, o desfecho do caso causou um sentimento de gratidão nos envolvidos, que agradeceram pelo fato de o incidente não ter terminado em tragédia.
- Somos extremamente gratos que ninguém ficou ferido durante a situação que ocorreu em nossa propriedade terça-feira. A segurança de nossos clientes e funcionários é extremamente importante, e estamos cooperando plenamente com o Departamento de Polícia de Fort Worth em sua investigação em curso. – declarou o McDonalds dos EUA, em um comunicado.
