A vontade de Deus para nós é que não pequemos. Quando o fazemos saímos da trilha, erramos o alvo, nos sentimos perdidos. Mas se pecarmos precisamos fazer basicamente duas coisas: arrepender e confessar a Deus o pecado cometido. Na maioria das vezes é essencial confessar também a alguém maduro espiritualmente, para que essa pessoa nos auxilie em conselhos e em oração. Se alguma pessoa sofreu o dano pelo nosso pecado precisamos também confessar e pedir perdão a essa pessoa. Mas tudo isso deve ser feito sob a supervisão de alguém mais maduro que dará as devidas orientações. É preciso muita cautela quanto a isso.
A confissão do pecado revigora nossa alma e nosso corpo. O nosso espírito toma um novo alento. Na Bíblia encontramos um Salmo de Davi que fala exatamente disso. Eis o texto:
“Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado (Sl 32.3-5).”
Temos mais facilidade de confessar um pecado do que outro, pois os classificamos de acordo com a gravidade. Se julgamos que um pecado é horrendo demais para ser perdoado ficamos a guardá-lo em nosso coração, sofrendo todos os efeitos devastadores que este ocultamento traz. Mas é preciso lembrar que Deus não classifica pecados – para ele todo pecado é horrendo e nos separa dele. Ele quer que aprendamos isso. Ele está mais disposto a nos perdoar do que nós pedirmos perdão, ou seja, enquanto damos um passo em sua direção ele dá dois em nossa.
FONTE: atos242

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